GRIPE INFLUENZA
Também conhecida como gripe , a influenza é uma infecção do sistema respiratório cuja principal complicação são as pneumonias, que são responsáveis por um grande número de internações hospitalares no País. A doença inicia-se com febre alta, em geral acima de 38ºC, seguida de dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça e tosse seca. A febre é o sintoma mais importante e dura em torno de três dias. Os sintomas respiratórios como a tosse e outros, tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se em geral por três a quatro dias após o desaparecimento da febre. É uma doença muito comum em todo o mundo, sendo possível uma pessoa adquirir influenza várias vezes ao longo de sua vida. É também freqüentemente confundida com outras viroses respiratórias, por isso o seu diagnóstico de certeza só é feito mediante exame laboratorial específico.
DECRETO DE 24 DE OUTUBRO DE 2005 - institui o Grupo Executivo Interministerial com a finalidade de acompanhar e propor as medidas emergenciais necessárias para a implementação do Plano de Contingência Brasileiro para a Pandemia de Influenza, visando a sua prevenção e controle no território nacional.
1999
Organização Mundial da Saúde (OMS) divulga primeira versão das recomendações de preparação para pandemia de influenza.
Brasil realiza primeira campanha de vacinação do idoso contra influenza
2000
Instaladas as primeiras unidades sentinelas para o vírus influenza
2003
Ministério da Saúde cria, no mês de dezembro, Comitê Nacional de Preparação para uma Pandemia de Influenza
2005
OMS reformula recomendações de preparação para pandemia de influenza
Ministério da Saúde cria grupo de trabalho para acelerar a elaboração do Plano Nacional de Preparação para uma Pandemia de Influenza
Publicada, em outubro, versão do Plano Nacional de Preparação para uma Pandemia de Influenza no Portal Saúde para consulta pública
Ministro da Saúde participa, em outubro, de reunião sobre cooperação internacional para enfrentamento da pandemia de influenza no Canadá
Em novembro, Brasil realiza Seminário Internacional sobre Pandemia de Influenza e divulga o Plano Nacional de Preparação para a Pandemia .
Brasil reforça rede de alerta contra ameaça de gripe pandêmica
O Ministério da Saúde inaugurou 14 unidades sentinelas que auxiliarão no alerta caso haja diagnóstico de gripe aviária na população brasileira. Com essas instalações colocadas em funcionamento neste semestre, a rede agora conta um total de 66 pontos de detecção, que estão espalhadas por 20 Estados e no Distrito Federal (veja abaixo os locais em funcionamento). Além disso, o ministério tem meta de, em 2006, implantar o serviço também no Mato Grosso, Maranhão, Piauí, Acre, Amapá e Rondônia.
O projeto das unidades sentinelas começou a ser implementado em 2000, mas com a ameaça de uma epidemia mundial, os esforços estão sendo intensificados. O ministro Saraiva Felipe (Saúde) está levando para o Canadá esse e outros exemplos de como Brasil vem se antecipando a uma possível crise. Ele participa na próxima semana de um congresso para ministros da saúde, cujo objetivo traçar uma estratégia internacional de prevenção e de atuação caso se verifique a transmissão entre humanos do vírus.
As sentinelas são hospitais, postos de saúde e policlínicas que recebem treinamento do Ministério da Saúde, equipamentos de informática e refrigeração e kits de coleta de amostras. O trabalho dessas unidades é recolher secreções nasais e da faringe de pessoas que tenham sintomas de gripe. O objetivo é verificar quais vírus estão presente naquela região, o que permite traçar estratégias, por exemplo, de vacinação e de distribuição de remédios.
Atualmente, o Ministério da Saúde vem implementando também as seguintes ações:
" Estoque estratégico do anti-viral Oseltamivir (Tamiflu) - a reserva servirá para situações como uma possível pandemia. Foi encomendado 9 milhões de tratamentos completos;
" Preparação para a produção da vacina - o Ministério da Saúde repassou R$ 3,1 milhões para acelerar a construção de uma nova fábrica do Instituto Butantã, que será o primeiro passo para o desenvolvimento da produção da vacina brasileira.
O VÍRUS INFLUENZA
O vírus da Influenza pertence à família dos ortomixovírus e se apresenta em 3 tipos: A, B e C.
· O tipo A promove doença moderada a severa em todas as faixas etárias e pode causar epidemias, afetando até animais;
· O tipo B afeta somente humanos, principalmente crianças e causa epidemias leves;
· O tipo C não é epidêmico.
Os vírus A e B são os mais comuns. Cada um dos tipos apresenta populações diversas, denominadas cepas. Os vírus da Influenza podem sofrer de forma permanente, pequenas alterações na sua superfície, caracterizadas como mudanças antigênicas leves. É por isso que a cada ano a composição da vacina contra o vírus da Influenza precisa ser alterada. Há no mundo uma rede de mais de cem laboratórios credenciados pela Organização Mundial Saúde, que são responsáveis por captar os vírus circulantes na população e caracterizá-los. No ano passado, as cepas de vírus da Influenza circulantes no país foram:
· Influenza A/Sydney/05/97 Like (H3N2);
· Influenza A/Bayern/07/97 Like (H1N1);
· Influenza B/Beijing/184/93;
· Influenza B/Beijing/243/97.
Em todo o mundo, o vírus da Influenza é bastante disseminado, produzindo epidemias anuais, com grau variado de gravidade.
Os vírus multiplicam-se invadindo células hospedeiras e ordenando-lhes que produzam muitas cópias do seu próprio DNA - uma tarefa que o vírus é incapaz de desempenhar. Ligam-se ao exterior da célula e injetam-lhe o seu DNA. A célula não distingue entre o DNA oferecido pelo vírus e o seu próprio. Apenas segue as instruções genéticas inscritas no interior das suas paredes para fazer cópias de qualquer DNA que lhe apareça. Assim, em lugar de produzir novo material celular, a célula invadida transforma-se numa fábrica de vírus. Estes abandonam a célula que os gerou e partem em busca de outras células para multiplicar-se. E quando isto acontece em nosso corpo e o sistema imunitário não reconhece o vírus invasor ficamos doentes.
Em geral, somos imunes a esses vírus não porque o nosso sistema imunitário já tenha tido oportunidade de os conhecer e de se apetrechar para os enfrentar, mas sobretudo porque tais vírus nunca se aventuraram nesse novo território que é o corpo humano. Ora, é quando lhes propiciamos essa aventura - quer invadindo uma floresta virgem onde, por exemplo, o vírus Ebola levava uma vida pacata num hospedeiro qualquer (talvez um roedor ou um inseto), quer criando aves em condições de grande promiscuidade - que os vírus procuram alargar o seu domínio às células humanas que, totalmente desprevenidas, ficam à mercê de legiões de microrganismos.
É que essa é uma característica intrínseca dos vírus: a necessidade de novos locais para infestação, "conquistar novos territórios". É o instinto natural de muitas espécies.
Desenvolve-se então aquilo a que os médicos chamam um surto de nova cepa. E pouco há a fazer a não ser tentar circunscrever o surto. Como a cepa é nova, desconhecida, não existe qualquer forma de tratar a doença, nem nenhuma vacina que impeça o contágio. Todos se recordam das terríveis conseqüências do mais recente surto de Ebola na África Central; estamos familiarizados com as baixas que as novas estirpes de vírus da gripe costumam provocar, em especial nas pessoas menos resistentes - idosos e doentes do aparelho respiratório -, e também sabemos que certos vírus, como o da Aids, apesar de conhecidos há muitos anos, insistem em não dar tréguas à humanidade.
1. O RNA (Ácido Ribonucléico) é uma espécie de "livro de receitas" de como deve funcionar o microorganismo. A combinação de ingredientes é que faz a diferença de um vírus da gripe para outro. Depois que o vírus entra na célula, o RNA guia a fabricação de novos microorganismos. O RNA do Influenza tem alta capacidade de mutação. Por isso, cada gripe se apresenta de forma diferente.
2. Espículas - Pequenas pontas que facilitam a fixação do vírus nas mucosas e nas membranas das células.
3. Cápside - Tipo de capa para proteger o RNA, núcleo do vírus.
4. Envelope - Estrutura que envolve a cápside, formada por proteínas e gorduras.
Como o Vírus Age
O vírus penetra no organismo, principalmente através das mucosas, pele que serve de revestimento para o nariz, a boca e os olhos.
Pela mucosa do nariz, o Influenza atinge a corrente sanguínea. A passagem do vírus pela mucosa nasal aumenta a produção de secreção e provoca o primeiro sintoma da gripe: a coriza.
Na corrente sanguínea, os vírus atacam as células.
O vírus, quando penetra na célula, libera o RNA, que é transformado em DNA (outro tipo de livro de receitas) graças à ação de uma enzima, a transcriptase reversa.
Quando o RNA se transforma em DNA, a célula é enganada, pois não interpreta o vírus como corpo estranho.
O DNA do vírus se funde com o da célula, impedindo assim seu funcionamento normal e obrigando-a a produzir cópias do vírus.
A GRIPE
A GRIPE é uma doença infecciosa aguda de origem viral, extremamente contagiosa e que todo mundo, pelo menos uma vez, já teve. O vírus da gripe mais comum possui o nome de Influenza, termo que designa academicamente a doença. O vírus Influenza atinge anualmente cerca de 600 milhões de pessoas no mundo, alcançando todas as comunidades e acometendo com freqüência, a mesma pessoa duas ou três vezes por ano. Nas crianças menores estes números podem até duplicar. Isto porque o vírus da gripe sofre mutações com grande facilidade, e as defesas que o organismo cria no início do primeiro ataque podem não ser eficazes contra os ataques posteriores.
Pode-se dizer que a gripe é uma doença benigna, embora não se deva esquecer dos casos que apresentam complicações. Destas, a mais freqüente é a pneumonia, conseqüência a que são propensas tanto as pessoas de idade avançada como os lactentes. A taxa de mortalidade em decorrência da gripe varia entre 2% e 5% da população, segundo a virulência da epidemia. Uma epidemia de gripe geralmente alcança sua intensidade máxima em dois ou três meses e depois regride paulatinamente. Com epidemias relatadas desde 1510, a expansão epidemiológica da gripe a todo o planeta é uma característica de nosso século.
A primeira grande epidemia que se generalizou (pandemia) com repercussões mundiais de que se tem conhecimento se deu em 1918 e foi chamada de Gripe Espanhola, que provocou muitas internações, pânico e levou à morte mais de 21 milhões de pessoas (LINK P/ NOTÍCIAS DA ÉPOCA). Outras pandemias seguiram-se em 1957 e em 1968. Recentemente tivemos a Gripe Asiática e a Gripe Européia. Tais pandemias ocorreram após uma mudança genética drástica no vírus da influenza do tipo A levando à emergência de um novo tipo vírus. Essas mudanças que ocorrem nas características do vírus da influenza, em geral são imprevisíveis com os meios atualmente disponíveis.
Hoje se sabe que as grandes epidemias de gripe que afetaram a humanidade nas últimas centenas de anos provieram da China. Isso se deve à predileção dos chineses pela carne de aves, o pato em particular. E as mais graves epidemias de gripe estão associadas a cepas de vírus que ultrapassaram a barreira da espécie. Isto significa dizer que passaram para o homem vindas, por vezes, do porco, mas mais freqüentemente das aves. E é aí que aparece a China, apenas por ser a região do mundo onde esses animais são criados em condições de maior promiscuidade e de falta de higiene. Condições que se repetem para jusante da criação, ou seja, nos processos de abate, manuseamento, transporte e conservação até ao consumo. E acabam por facilitar os esforços do vírus para passar a barreira da espécie.
A gripe por Influenza se caracteriza por uma afecção catarral das vias respiratórias superiores. Sua transmissão se dá através das pequenas gotículas de saliva que se projetam ao tossir ou espirrar, o que fazem com freqüência as pessoas gripadas. Se alguém estiver no mesmo ambiente de alguém gripado pode se contaminar pelos vírus suspensos no ar. Um espirro é capaz de soltar centenas de milhares de vírus de uma só vez.
Os vírus invadem as células do aparelho respiratório, multiplicam-se e determinam as alterações responsáveis pelo quadro clínico gripal. Os primeiros sintomas costumam se manifestar 24 horas após o contato infectante. Aproximadamente 24 horas após o contato infectante, surgem sintomas como cefaléia, febre, calafrios, fraqueza, dor muscular, tosse, espirros, secreção nasal. O paciente percebe logo a necessidade de recolher-se ao leito. Com muita freqüência, dias de trabalho e atividades escolares são perdidos em função destes infortúnios. Fato este que se torna ainda mais relevante em países como é o caso do Brasil.
No Hemisfério Norte o vírus da influenza causa doença principalmente no período do inverno, correspondendo aos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, quando a maior permanência das pessoas em lugares fechados favorece a rápida disseminação viral. No Hemisfério Sul, os meses de maior circulação do vírus corresponde aos meses de junho a agosto, principalmente naquelas regiões que possuem o inverno mais frio. As cepas que circulam nos dois hemisférios não são exatamente as mesmas, o que implica em vacinas específicas contendo, para cada hemisfério, as cepas mais prevalentes.
As infecções respiratórias agudas, desde as mais leves até as mais graves, podem ter como causa mais de 300 tipos diferentes de vírus. O vírus da influenza é apenas um destes e causa uma doença, em geral auto-limitada e contagiosa, que se propaga com bastante rapidez. A doença pode apresentar complicações em idosos, pessoas com doenças crônicas do coração, pulmões, rins, indivíduos com diabetes, anemias severas e imunodeprimidos.
A patogênese da infecção envolve transmissão respiratória do vírus, replicação no epitélio pulmonar com subseqüente destruição de células, não se demonstra viremia e permanece nas secreções respiratórias por 5 a 10 dias.
Não existe um medicamento eficaz para o tratamento da gripe. Os remédios servem apenas para diminuir os sintomas. Considera-se o tratamento da gripe como um "tratamento sintomático".
Quando não ocorrem complicações na evolução da doença, ocorre melhora e resolução completa em um período médio de cinco a dez dias. Outrossim, não devemos confundir as gripes com os resfriados comuns.
Na maioria das vezes, repouso, a ingestão abundante de líquidos e medicamentos sintomáticos são suficientes para o auxílio à recuperação total. Entretanto, os cuidados com os pacientes acometidos pela gripe não devem ser negligenciados. Podemos afirmar seguramente que as complicações ocorrem com certa freqüência na casuística dos consultórios médicos. Quando perceber que o estado gripal não está evoluindo com a melhora previsível, orientar-se com o seu médico é o melhor caminho a seguir. Complicações como as sinusites, otites e pneumonias são alguns dos problemas que podem surgir no decorrer do processo gripal. Ressalta-se que as pessoas com idade acima de 60 anos, os portadores de doenças crônicas, os imunodeprimidos e as crianças menores são as mais atingidas nestes casos.
Com a chegada das estações mais frias do ano, as pessoas reúnem-se em recintos fechados e ficam mais próximas umas das outras, havendo desta forma possibilidades maiores de contaminação pelo vírus da gripe.
Listamos a seguir algumas medidas de ordem profilática ou preventivas:
·Cultive hábitos alimentares saudáveis, ingerindo alimentos ricos em proteínas, fibras, vitaminas...
·Beba bastante líquido (água pura, suco de frutas ou chás). Os líquidos ajudam a manter o corpo hidratado, além de ajudar a eliminar as toxinas que fazem mal ao nosso organismo. Evite bebidas geladas;
·Durma pelo menos oito horas por dia;
·Faça exercícios regularmente. Pratique esportes. Diminua o stress em sua vida. Estudos mostram que pessoas mais estressadas adoecem mais, porque diminuem as defesas do organismo;
·Evite aglomerações e ambientes fechados. Mantenha sempre o ar circulando para que os vírus não se concentrem no local;
·Evite choques térmicos, como tomar banho quente e sair no frio;
·Não fume e evite a poluição;
·Lave sempre as mãos;
·Respire pelo nariz, nunca pela boca. A mucosa do nariz foi feita para aquecer e umedecer o ar que respiramos, evitando que o ar chegue frio nos pulmões;
Mais recentemente, foi introduzida no mercado brasileiro a vacina contra a gripe. Ela vem apresentando bons resultados, devendo ser utilizada sempre sob prescrição médica, durante o outono e repetida anualmente, uma vez que o vírus possui a capacidade de alterar sua estrutura periodicamente.
Alguns recomendam as vitaminas ou os tônicos reconstituintes para combater os efeitos da gripe. Mas não têm qualquer eficácia. O cansaço deriva da persistência dos efeitos tóxicos da infecção e eles só cedem, progressivamente, de maneira espontânea.
Os antibióticos não são adequados para combater a gripe, já que ela, como se disse, é provocada por vírus e os antibióticos combatem apenas as infecções produzidas por bactérias. Contudo, quando existe perigo de uma complicação broncopulmonar por sobreinfecção bacteriana, os antibióticos são eficazes para prevenir esta última.
A vacina antigripal é eficaz unicamente se o vírus, a partir do qual ela foi elaborada, coincidir como o da infecção a se prevenir. As dificuldades para que se produza tal coincidência são enormes, já que as características do vírus mudam de um ano para outro. Somente depois de se manifestar uma nova modalidade de gripe, dispõe-se dos elementos necessários para se adequar a vacina à epidemia concreta. A Organização Mundial de Saúde criou uma série de centros dedicados a isolar e identificar os vírus gripais modificados, para distribuí-los a todas as nações a fim de que sejam produzidas as vacinas. Mas em muitas ocasiões não é possível obter a tempo as doses suficientes para se deter uma epidemia.
Medidas devem ser tomadas para o combate à gripe. A tosse e as dores atenuam-se com remédios indicados especificamente para seu tratamento, independentemente de que sejam ou não resultado da gripe. Ao contrário do que diz a crença popular, é inútil o doente transpirar.
Quando você quiser dar adeus à gripe:
·Tome uma injeção de Ozonyl, após consultar deu médico. Não desaparecendo os sintomas no dia seguinte, repita a aplicação, ou siga a orientação médica;
·Fique em casa. Descansando e relaxando, você vai ativar o seu sistema imunológico, fazendo seu resfriado sarar mais rápido. Além disso, você evita passar a doença para os outros.
·Use roupas claras e largas, que facilitem a respiração da pele. O "suador" é um mito;
·Use lenços de papel ao invés de lenços de pano. Os lenços de pano acumulam grande quantidade de germes, espalhando no ar os vírus e reinfectando as pessoas. Sempre lave as mãos após assoar o nariz;
·Beba muito líquido para amenizar a tosse e o ressecamento das mucosas;
·Use compressas frias, que ajudam a reduzir a febre muito alta e diminui o mal-estar;
·Gargareje com água morna e uma pitada de sal. Isso alivia a dor de garganta;VACINA
Sim. Existe vacina contra a gripe e sua eficácia é comprovada. A cada ano, mais de 150 milhões de pessoas no mundo todo recebem a vacina contra gripe. Ela é utilizada em muitos países como Estados Unidos, Inglaterra, França, Uruguai, Chile, Argentina e Brasil.
O princípio de ação da vacina da gripe é engenhoso. Ela é composta por vírus inativado. Como são fracos, esses vírus provenientes da vacina não têm forças para desencadear um processo de infecção. Mas uma vez injetados no corpo, eles disparam o sistema de defesa do organismo, que ativa a produção dos macrógrafos, células que engolem e despedaçam o vírus enfraquecido. Os restos dos invasores servem de sinal para que os anticorpos - soldados naturais de defesa - comecem a ser produzidos.
Durante a duração da vacina e seu efeito, os vírus que entram em contato com o corpo já são destruídos antes de começarem a atuar, pelo Exército estimulado pela vacina.
A vacina é administrada em dose única, e confere níveis de anticorpos protetores em 70 a 95%, com eficácia clínica de 89%, o início da proteção ocorre em 2 semanas.
Devido à grande capacidade de mutação viral do Influenza, a vacina necessita ser atualizada a cada ano, de acordo com estudos de vigilância epidemiológica da Organização Mundial da Saúde. O Brasil participa do BGROG (Grupo Regional de Observação da Gripe) que tem a finalidade de sistematizar a coleta de informações do vírus Influenza em nosso meio. Possuímos três centros de referência para o diagnóstico laboratorial do vírus, que informam ao Centro Nacional de Epidemiologia da Fundação Nacional de Saúde/ FUNASA as cepas do vírus que estão circulando a partir da análise de amostras colhidas de pacientes.
O Ministério da Saúde introduziu, no ano passado pela primeira vez, a vacinação contra a gripe para os indivíduos acima de 65 anos de idade, seguindo as recomendações técnicas da Organização Mundial de Saúde. Obtivemos uma cobertura vacinal de 87,3 % nesta faixa etária, percentual significativamente elevado, mesmo em relação aos países europeus e da América do Norte que já utilizavam essa vacina anteriormente. No presente ano o Ministério da Saúde ampliou a faixa etária alvo da campanha, para todos os indivíduos acima de 60 anos, além dos portadores das doenças que predispõem ao desenvolvimento das complicações.
A vacina, eficaz para reduzir a ocorrência das complicações nos grupos mais suscetíveis, deve ser aplicada antes do inverno para que haja alto grau de proteção quando ocorrer o período de maior circulação viral. No Brasil, o período indicado para a vacinação é no mês de abril. Devem receber a vacina, por via intramuscular, as seguintes pessoas:
·profissionais da área da saúde;
·adultos e crianças com doenças crônicas cardiovasculares e/ou pulmonares (asma etc.);
·indivíduos com 65 anos ou mais;
·indivíduos com internação hospitalar ou acompanhamento médico rotineiro no ano precedente, em razão de doenças metabólicas crônicas como diabetes, doença renal ou metabólica crônica e anemia falciforme;
·indivíduos imunossuprimidos de qualquer natureza (pós-transplante);
·trabalhadores de ambientes fechados (asilos, quartéis etc.);
·contactantes domiciliares de indivíduos de alto risco;
·grávidas de alto risco (após o primeiro trimestre);
·indivíduos institucionalizados de qualquer idade com doenças crônicas de qualquer natureza;
·pacientes de 6 meses a 18 anos que fazem uso crônico de Ácido Acetil Salicílico (aspirina etc.)
É viável a imunização de indivíduos que não se enquadram nos grupos acima, visando-se reduzir o risco de perda de dias de trabalho.
Reações adversas: a febre é pouco freqüente, cerca de 6 a 24 horas após a vacinação. Reações locais ocorrem em 10% dos indivíduos vacinados maiores de 13 anos. Deve-se evitar a vacinação em indivíduos com doença febril aguda ou em evolução. A única contra-indicação verdadeira está nas pessoas com reações alérgicas graves (edema de glote, choque anafilático, urticária generalizada) a proteínas de ovo, presentes na composição da vacina.
Ozonyl é o tratamento natural da gripe.
Ozonyl constitui-se de uma associação de óleos essenciais de origem vegetal, que apresentam características anti-sépticas quando atuando sob o aparelho respiratório. Sua composição também possuiu ação fluidificante do muco e das secreções respiratórias.
O Eucaliptol é uma substância obtida pela destilação fracionada do óleo de eucalipto. Com odor e aroma de característica forte e refrescante. Apresenta ação germicida e estímulo à expectoração.
Mentol é um álcool obtido da essência de hortelã (Mentha arvensis). Apresenta odor agradável semelhante ao hortelã. O mentol apresenta ação analgésica local, aliviando à sensação de desconforto decorrente das infecções respiratórias.
Guaiacol resina obtida de guáiaco (Guajacum officinale L ou Guajacum sactum L) de onde deriva seu nome. É um expectorante clássico facilitando por fluidificação das secreções.
Gomenol é um óleo volátil obtido das folhas da Malaleuca viridiflora Brong. e Gris., árvore natural da Índia, ilhas do oceano índico e norte da Austrália. Seu sabor e odor assemelham-se ao da cânfora e do hortelã. Exerce ação antiinflamatória sobre o tecido de revestimento do aparelho respiratório (mucosas), facilitando a expectoração das secreções.
Cânfora é uma substância oleaginosa obtida do Cinnamomum camphora árvore nativa da China, Japão e Formosa. A Cânfora exerce ação sobre o tônus cardíaco e estimula os centros respiratórios, compensando a sobrecarga decorrente da congestão pulmonar nos processos inflamatórios dos estados gripais.
Ozonyl constitui-se de uma associação de óleos essenciais de origem vegetal, que apresentam características anti-sépticas quando atuando sob o aparelho respiratório. Sua composição também possuiu ação fluidificante do muco e das secreções respiratórias.
O Eucaliptol é uma substância obtida pela destilação fracionada do óleo de eucalipto. Com odor e aroma de característica forte e refrescante. Apresenta ação germicida e estímulo à expectoração.
Mentol é um álcool obtido da essência de hortelã (Mentha arvensis). Apresenta odor agradável semelhante ao hortelã. O mentol apresenta ação analgésica local, aliviando à sensação de desconforto decorrente das infecções respiratórias.
Guaiacol resina obtida de guáiaco (Guajacum officinale L ou Guajacum sactum L) de onde deriva seu nome. É um expectorante clássico facilitando por fluidificação das secreções.
Gomenol é um óleo volátil obtido das folhas da Malaleuca viridiflora Brong. e Gris., árvore natural da Índia, ilhas do oceano índico e norte da Austrália. Seu sabor e odor assemelham-se ao da cânfora e do hortelã. Exerce ação antiinflamatória sobre o tecido de revestimento do aparelho respiratório (mucosas), facilitando a expectoração das secreções.
Cânfora é uma substância oleaginosa obtida do Cinnamomum camphora árvore nativa da China, Japão e Formosa. A Cânfora exerce ação sobre o tônus cardíaco e estimula os centros respiratórios, compensando a sobrecarga decorrente da congestão pulmonar nos processos inflamatórios dos estados gripais.
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